Dicas de Trilhas
Confira abaixo uma seleção de dicas e macetes para as mais variadas situações e diferentes obstáculos que você pode encontrar nas trilhas. Clique nos links:
» Cuidados Básicos antes de enfrentar uma trilha:
Antes de pensar em enfrentar trilhas com seu off-road, cuidados básicos são indispensáveis para que nada de errado aconteça. Seguindo estas orientações, você estará protegendo sua vida e a de seus companheiros:
É necessário fazer uma revisão rigorosa no seu veículo, verificando água, óleo, freios, cintos de segurança, pneus e etc;
Nunca entrar em uma trilha sozinho ou com um só veículo;
Sempre avisar amigos e parentes sobre a localização da trilha que se pretende fazer;
Levar água e alimentos para, no mínimo, o dobro do tempo que se pretende ficar na trilha;
É muito importante ter noções básicas de mecânica e ter peças sobressalentes de seu veículo, como, por exemplo, mangueiras, correias, bobinas e outras específicas com o seu veículo;
Procure fazer um curso de técnicas de off-road para utilizar corretamente o veículo. Importante: cada veículo possui detalhes diferenciais;
Use sempre o cinto de segurança na trilha e nunca tente pular do veículo em movimento, mesmo que exista o perigo de capotamento;
Não esqueça, também, de levar um kit de primeiros socorros e repelente contra insetos;
Leve sempre agasalhos e uma muda de roupa extra.
FONTE: Jeep Clube do Brasil http://www.jeepclube.com.br
É necessário fazer uma revisão rigorosa no seu veículo, verificando água, óleo, freios, cintos de segurança, pneus e etc;
Nunca entrar em uma trilha sozinho ou com um só veículo;
Sempre avisar amigos e parentes sobre a localização da trilha que se pretende fazer;
Levar água e alimentos para, no mínimo, o dobro do tempo que se pretende ficar na trilha;
É muito importante ter noções básicas de mecânica e ter peças sobressalentes de seu veículo, como, por exemplo, mangueiras, correias, bobinas e outras específicas com o seu veículo;
Procure fazer um curso de técnicas de off-road para utilizar corretamente o veículo. Importante: cada veículo possui detalhes diferenciais;
Use sempre o cinto de segurança na trilha e nunca tente pular do veículo em movimento, mesmo que exista o perigo de capotamento;
Não esqueça, também, de levar um kit de primeiros socorros e repelente contra insetos;
Leve sempre agasalhos e uma muda de roupa extra.
FONTE: Jeep Clube do Brasil http://www.jeepclube.com.br
» Como utilizar seu guincho:
O guincho é um equipamento indispensável para se enfrentar uma trilha radical, e é fundamental saber usá-lo com a máxima segurança. Acidentes podem acontecer, por isso confira as dicas para uso do guincho elétrico, o mais popular no universo off-road.
Em primeiro lugar escolha um guincho compatível com o peso de seu 4x4. Use sempre luvas de couro para manusear o cabo de aço, porque fios soltos podem ferir seriamente suas mãos. Jamais acione o guincho segurando o cabo muito próximo da entrada do carretel, menos ainda durante o resgate. Mantenha as pessoas distantes do cabo e dos veículos envolvidos no resgate. Crianças acionando o guincho? NUNCA.
Ao procurar um ponto de ancoragem como uma árvore, por exemplo, escolha uma o mais à frente e distante possível do guincho, e que também aguente o esforço. Isso vai tirar bastante cabo do carretel, o que ajuda no desempenho do equipamento, que tem rendimento máximo na primeira camada de cabo. Deixe entretanto 5 ou 6 voltas enroladas, para que o parafuso de fixação do cabo não rompa com o primeiro puxão.
Coloque agora um tapete do carro, pedaço de lona, folhas de palmeira, galhos ou troncos de árvores em cima do cabo de aço. Ele será esticado sob grande esforço, e se arrebentar poderá chicotear para todo lado. É perigo na certa!
Guinchos elétricos esquentam normalmente com o uso, confira a temperatura colocando a mão, sem as luvas, na carcaça do motor. Se não conseguir segurá-lo é porque o equipamento está perto do limite. Dê uma folga para ele esfriar. O novo guincho da Warn, o 9.5ti Thermometric Winch, vem equipado com sensor de temperatura com monitoração no controle remoto, um grande avanço que ajuda na melhor utilização sem risco de sobre-carga.
Minimize o esforço do equipamento utilizando, quando possível, a tração 4x4 e marcha reduzida do veículo encalhado. Não se esqueça que uma patesca dobra a força do equipamento!
O guincho elétrico é acionado através de uma chave elétrica de três posições, o controle remoto. Colocando a chave para baixo recolhe-se o cabo e para cima solta-se lentamente o cabo do carretel. O cabo deve ser recolhido acionando-se o guincho de forma intermitente, ou seja, em períodos de aproximadamente 20 segundos, com um curto intervalo para recomeçar. Alivie o peso do veículo, tire passageiros e se preciso, retire parte da carga.
Embora não seja uma regra é bom que a operação de resgate seja feita sempre em duas pessoas. Enquanto uma manipula o cabo, com as luvas é claro, e monitora o recolhimento no carretel, a outra conduz o veículo em primeira marcha reduzida.
Durante o resgate, o veículo que estiver com guincho deverá ficar parado, com freio acionado e se preciso, ainda, com calços nos pneus para que não seja arrastado de encontro ao veículo encalhado. O motorista do veículo de apoio não deve engatar a marcha à ré, e tentar ajudar o guincho, sob risco de danificar o equipamento com trancos violentos.
Se você colocar seu guincho em outro veículo, este deve ter peso suficiente para não ser arrastado, se preciso prenda-o em outro veículo ou árvore com um cabo de aço ou cinta respectivamente. :
FONTE: www.zone.com.br
Em primeiro lugar escolha um guincho compatível com o peso de seu 4x4. Use sempre luvas de couro para manusear o cabo de aço, porque fios soltos podem ferir seriamente suas mãos. Jamais acione o guincho segurando o cabo muito próximo da entrada do carretel, menos ainda durante o resgate. Mantenha as pessoas distantes do cabo e dos veículos envolvidos no resgate. Crianças acionando o guincho? NUNCA.
Ao procurar um ponto de ancoragem como uma árvore, por exemplo, escolha uma o mais à frente e distante possível do guincho, e que também aguente o esforço. Isso vai tirar bastante cabo do carretel, o que ajuda no desempenho do equipamento, que tem rendimento máximo na primeira camada de cabo. Deixe entretanto 5 ou 6 voltas enroladas, para que o parafuso de fixação do cabo não rompa com o primeiro puxão.
Coloque agora um tapete do carro, pedaço de lona, folhas de palmeira, galhos ou troncos de árvores em cima do cabo de aço. Ele será esticado sob grande esforço, e se arrebentar poderá chicotear para todo lado. É perigo na certa!
Guinchos elétricos esquentam normalmente com o uso, confira a temperatura colocando a mão, sem as luvas, na carcaça do motor. Se não conseguir segurá-lo é porque o equipamento está perto do limite. Dê uma folga para ele esfriar. O novo guincho da Warn, o 9.5ti Thermometric Winch, vem equipado com sensor de temperatura com monitoração no controle remoto, um grande avanço que ajuda na melhor utilização sem risco de sobre-carga.
Minimize o esforço do equipamento utilizando, quando possível, a tração 4x4 e marcha reduzida do veículo encalhado. Não se esqueça que uma patesca dobra a força do equipamento!
O guincho elétrico é acionado através de uma chave elétrica de três posições, o controle remoto. Colocando a chave para baixo recolhe-se o cabo e para cima solta-se lentamente o cabo do carretel. O cabo deve ser recolhido acionando-se o guincho de forma intermitente, ou seja, em períodos de aproximadamente 20 segundos, com um curto intervalo para recomeçar. Alivie o peso do veículo, tire passageiros e se preciso, retire parte da carga.
Embora não seja uma regra é bom que a operação de resgate seja feita sempre em duas pessoas. Enquanto uma manipula o cabo, com as luvas é claro, e monitora o recolhimento no carretel, a outra conduz o veículo em primeira marcha reduzida.
Durante o resgate, o veículo que estiver com guincho deverá ficar parado, com freio acionado e se preciso, ainda, com calços nos pneus para que não seja arrastado de encontro ao veículo encalhado. O motorista do veículo de apoio não deve engatar a marcha à ré, e tentar ajudar o guincho, sob risco de danificar o equipamento com trancos violentos.
Se você colocar seu guincho em outro veículo, este deve ter peso suficiente para não ser arrastado, se preciso prenda-o em outro veículo ou árvore com um cabo de aço ou cinta respectivamente. :
FONTE: www.zone.com.br
» Instruções de segurança:
Para aproveitar ao máximo uma aventura 4x4, é preciso pensar em alguns itens de segurança e também seguir regras para se voltar inteiro pra casa. Confira algumas dicas:
.Evite incursões solitárias para lugares desconhecidos. Viajar em comboio, com dois ou mais veículos, aumenta a margem de segurança e possibilita o auxílio, se algo sair errado. Previna-se coletando o máximo de informações sobre o destino e o trajeto escolhido;
.Use sempre o cinto de segurança em qualquer situação. Em off-road o cinto é absolutamente indispensável e é claro que esta recomendação deve ser extendida a TODOS os ocupantes do veículo. Muitos Jeeps mais antigos não têm cinto de segurança para os passageiros que vão atrás, então, se for seu caso, providencie a segurança adequada para eles.
.Prepare seu veículo com os acessórios necessários para trilhas radicais e provas off-road, como raid e rally. A colocação de gaiolas de segurança garante proteção do habitáculo em caso de capotamento ou tombamento.
.Se sentir cansaço enquanto estiver em viagem, pare e descanse, pois você não terá um bom rendimento se estiver esgotado e sem humor. Estacione o veículo em algum local seguro e tire uma soneca que o cansaço dá uma folga;
.Quando estiver dirigindo em rodovias, atente para a ocorrência de ventos laterais de muita intensidade. O efeito será ainda mais forte se o veículo tiver um bagageiro ou porta escadas. Portanto, preste muita atenção!;
.Evite estacionar em locais onde a vegetação for muito alta, ou estiver muito seca, pois o sistema de escape e catalisador, quando em contato com ela, poderá iniciar a combustão deste material altamente inflamável;
.Se notar outro veículo vindo em sentido contrário, em uma estrada secundária e sem pavimentação, diminua a velocidade permitindo uma passagem segura;
.Air Bags: Posicione-se corretamente no assento, utilizando o cinto de segurança em todas as situações, mesmo em um trecho de off-road e em baixíssima velocidade. O cinto, além dos benefícios já conhecidos, vai manter o corpo a uma distância segura do trajeto da bolsa, dando condições para ela inflar sem maiores riscos. Os assentos de motorista e passageiro, devem ficar o mais distante possível do painel do veículo. Por último, observe a colocação de quebra matos e guinchos, pois ela deve ser feita respeitando a instalação dos sensores, para não inutilizar o funcionamento dos Air Bags.
.Não abuse da velocidade, veículos utilitários não foram feitos para grandes corridas, pois são mais instáveis do que os carros de passeio. Use seu utilitário de acordo com a finalidade para a qual foi projetado. Aprenda a viajar curtindo o visual e a natureza exuberante que existe pelo mundo afora :
FONTE: www.zone.com.br
.Evite incursões solitárias para lugares desconhecidos. Viajar em comboio, com dois ou mais veículos, aumenta a margem de segurança e possibilita o auxílio, se algo sair errado. Previna-se coletando o máximo de informações sobre o destino e o trajeto escolhido;
.Use sempre o cinto de segurança em qualquer situação. Em off-road o cinto é absolutamente indispensável e é claro que esta recomendação deve ser extendida a TODOS os ocupantes do veículo. Muitos Jeeps mais antigos não têm cinto de segurança para os passageiros que vão atrás, então, se for seu caso, providencie a segurança adequada para eles.
.Prepare seu veículo com os acessórios necessários para trilhas radicais e provas off-road, como raid e rally. A colocação de gaiolas de segurança garante proteção do habitáculo em caso de capotamento ou tombamento.
.Se sentir cansaço enquanto estiver em viagem, pare e descanse, pois você não terá um bom rendimento se estiver esgotado e sem humor. Estacione o veículo em algum local seguro e tire uma soneca que o cansaço dá uma folga;
.Quando estiver dirigindo em rodovias, atente para a ocorrência de ventos laterais de muita intensidade. O efeito será ainda mais forte se o veículo tiver um bagageiro ou porta escadas. Portanto, preste muita atenção!;
.Evite estacionar em locais onde a vegetação for muito alta, ou estiver muito seca, pois o sistema de escape e catalisador, quando em contato com ela, poderá iniciar a combustão deste material altamente inflamável;
.Se notar outro veículo vindo em sentido contrário, em uma estrada secundária e sem pavimentação, diminua a velocidade permitindo uma passagem segura;
.Air Bags: Posicione-se corretamente no assento, utilizando o cinto de segurança em todas as situações, mesmo em um trecho de off-road e em baixíssima velocidade. O cinto, além dos benefícios já conhecidos, vai manter o corpo a uma distância segura do trajeto da bolsa, dando condições para ela inflar sem maiores riscos. Os assentos de motorista e passageiro, devem ficar o mais distante possível do painel do veículo. Por último, observe a colocação de quebra matos e guinchos, pois ela deve ser feita respeitando a instalação dos sensores, para não inutilizar o funcionamento dos Air Bags.
.Não abuse da velocidade, veículos utilitários não foram feitos para grandes corridas, pois são mais instáveis do que os carros de passeio. Use seu utilitário de acordo com a finalidade para a qual foi projetado. Aprenda a viajar curtindo o visual e a natureza exuberante que existe pelo mundo afora :
FONTE: www.zone.com.br
» Passando por terrenos arenosos:
Após esvaziar os pneus entre 15 e 18 libras, deve-se observar o seguinte para conseguir transpor, sem maiores dificuldades, locais de terreno arenoso:
- Depois de dar a partida, com a tração nas 4 rodas já devidamente acionada, é necessário manter a aceleração acima do que geralmente se pratica em solos mais duros, operando a troca de marchas rapidamente quando necessário, ora para acelerar ora para reduzir, uma vez que a areia tende a diminuir bastante a velocidade do veículo;
- Em trilhas estreitas de areia frouxa, deve-se acionar o bloqueio de diferencial (quando houver) para garantir maior estabilidade ao veículo, evitando, assim, que ele escape para o mato, atinja cercas ou árvores, ou mesmo caia em valas marginais;
- Na subida de duna, é preciso aguardar o veículo da frente terminar a manobra para então dar uma certa distância, acelerar bem até a base da duna e subir em uma única marcha (intermediária entre força e velocidade), evitando-se a mudança, que pode fazer o carro estancar no meio da subida;
- Na beira mar, guiar cautelosamente, observando-se que o solo é irregular e existe sempre a possibilidade de pequenas barras desaguando no mar;
- Às vezes, a colocação de uma fita colorida ou marca na parte superior do volante com a direção alinhada, auxilia para indicar o posicionamento correto das rodas dianteiras do jipe no ataque ao obstáculo, orientando o condutor no alinhamento do carro. :
FONTE: Dunnas Off-road http://www.dunnas.com.br
- Depois de dar a partida, com a tração nas 4 rodas já devidamente acionada, é necessário manter a aceleração acima do que geralmente se pratica em solos mais duros, operando a troca de marchas rapidamente quando necessário, ora para acelerar ora para reduzir, uma vez que a areia tende a diminuir bastante a velocidade do veículo;
- Em trilhas estreitas de areia frouxa, deve-se acionar o bloqueio de diferencial (quando houver) para garantir maior estabilidade ao veículo, evitando, assim, que ele escape para o mato, atinja cercas ou árvores, ou mesmo caia em valas marginais;
- Na subida de duna, é preciso aguardar o veículo da frente terminar a manobra para então dar uma certa distância, acelerar bem até a base da duna e subir em uma única marcha (intermediária entre força e velocidade), evitando-se a mudança, que pode fazer o carro estancar no meio da subida;
- Na beira mar, guiar cautelosamente, observando-se que o solo é irregular e existe sempre a possibilidade de pequenas barras desaguando no mar;
- Às vezes, a colocação de uma fita colorida ou marca na parte superior do volante com a direção alinhada, auxilia para indicar o posicionamento correto das rodas dianteiras do jipe no ataque ao obstáculo, orientando o condutor no alinhamento do carro. :
FONTE: Dunnas Off-road http://www.dunnas.com.br
» Como transpor rios e áreas alagadas:
Um dos desafios mais freqüentes encontrado pelos praticantes do fora de estrada é a necessidade de transpor rios e áreas alagadas. Para que esta tarefa seja realizada com sucesso e segurança, são necessários alguns procedimentos e cuidados como:
.Procure saber no manual do seu veículo quais são suas limitações técnicas com referência a altura máxima de água recomendada pelo fabricante;
.Dependendo do tipo de motorização de seu jeep, tome as providências necessárias para melhorar seu desempenho dentro da água.
Motores a álcool e a gasolina
Motores a álcool e a gasolina têm como pontos vulneráveis a bobina, ignição eletrônica e distribuidor. Nestas partes recomenda-se envolver com um saco plástico e também isolar os cabos de vela com um pouco de silicone tanto os do distribuidor como os da bobina.
Nos carros com injeção eletrônica, verificar a possibilidade de colocar a central dentro do veículo em baixo do painel, pois isto aumenta muito seu desempenho dentro da água. É interessante também colocar um respiro na entrada de ar do carburador do tipo Snorkel para evitar que o motor aspire água. Se possível, também coloque uma mangueira na saída do escapamento de modo que a mesma fique fora da água.
Com estes procedimentos seu veículo poderá superar níveis de água bem superiores ao recomendados pelo fabricante.
Motores a diesel
Estes motores possuem desempenho muito superior dentro da água comparados aos veículos à gasolina. Porém, são necessários alguns cuidados, pois caso o mesmo aspire água pela entrada de ar do motor poderá ocorrer um calço hidráulico, causando travamento do motor. Para evitar este problema é necessário a colocação de um respiro na entrada de ar do motor do tipo Snorkel, devidamente vedado para impossibilitar a entrada da água.
Prática
Ao se deparar com um rio ou uma área alagada, antes de mais nada recomenda-se avaliar a profundidade e o tipo de fundo, utilizando uma vara. Em caso do rio ter uma correnteza muito forte é interessante verificar se existem árvores ou pontos de ancoragem do outro lado pois se seu carro possuir guincho, vale a pena já entrar na água com o jipe ancorado do outro lado. Cuidado com travessia onde as águas são muito limpas, pois em alguns casos você estará vendo o fundo, mas a profundidade pode superar 1 metro.
Selecione uma marcha adequada de modo que você consiga uma velocidade baixa e constante, evitando que o vácuo formado pela frente do jipe não faça com que a água inunde seu carro e o alojamento do motor. NUNCA ENTRE EM GRANDE VELOCIDADE DENTRO DA ÁGUA, pois as lonas de freio em contato com a água têm o desempenho comprometido e você terá dificuldade em parar o veículo colocando em risco a vida de outras pessoas.
Coloque todos os objetos que não podem molhar, inclusive alimentos, dentro de sacos plásticos na parte mais alta possível dentro do jipe. Em casos extremos, veículos que têm refrigeração por hélices mecânicas recomenda-se tirar as correias até a transposição da água, porque o atrito da hélice com água é muito grande, entortando a hélice para frente e danificando o radiador do jipe.
Ainda em casos de emergência, para transpor uma altura muito grande de água, militarmente foram testados jeeps embrulhados em lonas resistente, impossibilitando a entrada de água. O jipe, então, flutua e pode ser arrastados por cordas ou cabos de aço até o outro lado do rio. Particularmente ainda não tive oportunidade de testar este método.
Agora, caso seu carro a gasolina apague durante uma destas travessias e venha a aspirar água, arraste o mesmo até um lugar seco, tire as velas e dê algumas partidas para expelir a água dos pistões. Seque bem e jogue um pouco de gasolina dentro da tampa do distribuidor. Proceda da mesma maneira com os cabos de vela e bobina, e tente dar a partida.. Lembre-se, caso o escapamento esteja dentro da água dificilmente seu carro irá pegar, devido à dificuldade do motor em expelir os gases.
Verifique também se não houve mistura de água no tanque, senão será necessário esvaziar o mesmo :
FONTE: Jeep Clube do Brasil http://www.jeepclube.com.br
.Procure saber no manual do seu veículo quais são suas limitações técnicas com referência a altura máxima de água recomendada pelo fabricante;
.Dependendo do tipo de motorização de seu jeep, tome as providências necessárias para melhorar seu desempenho dentro da água.
Motores a álcool e a gasolina
Motores a álcool e a gasolina têm como pontos vulneráveis a bobina, ignição eletrônica e distribuidor. Nestas partes recomenda-se envolver com um saco plástico e também isolar os cabos de vela com um pouco de silicone tanto os do distribuidor como os da bobina.
Nos carros com injeção eletrônica, verificar a possibilidade de colocar a central dentro do veículo em baixo do painel, pois isto aumenta muito seu desempenho dentro da água. É interessante também colocar um respiro na entrada de ar do carburador do tipo Snorkel para evitar que o motor aspire água. Se possível, também coloque uma mangueira na saída do escapamento de modo que a mesma fique fora da água.
Com estes procedimentos seu veículo poderá superar níveis de água bem superiores ao recomendados pelo fabricante.
Motores a diesel
Estes motores possuem desempenho muito superior dentro da água comparados aos veículos à gasolina. Porém, são necessários alguns cuidados, pois caso o mesmo aspire água pela entrada de ar do motor poderá ocorrer um calço hidráulico, causando travamento do motor. Para evitar este problema é necessário a colocação de um respiro na entrada de ar do motor do tipo Snorkel, devidamente vedado para impossibilitar a entrada da água.
Prática
Ao se deparar com um rio ou uma área alagada, antes de mais nada recomenda-se avaliar a profundidade e o tipo de fundo, utilizando uma vara. Em caso do rio ter uma correnteza muito forte é interessante verificar se existem árvores ou pontos de ancoragem do outro lado pois se seu carro possuir guincho, vale a pena já entrar na água com o jipe ancorado do outro lado. Cuidado com travessia onde as águas são muito limpas, pois em alguns casos você estará vendo o fundo, mas a profundidade pode superar 1 metro.
Selecione uma marcha adequada de modo que você consiga uma velocidade baixa e constante, evitando que o vácuo formado pela frente do jipe não faça com que a água inunde seu carro e o alojamento do motor. NUNCA ENTRE EM GRANDE VELOCIDADE DENTRO DA ÁGUA, pois as lonas de freio em contato com a água têm o desempenho comprometido e você terá dificuldade em parar o veículo colocando em risco a vida de outras pessoas.
Coloque todos os objetos que não podem molhar, inclusive alimentos, dentro de sacos plásticos na parte mais alta possível dentro do jipe. Em casos extremos, veículos que têm refrigeração por hélices mecânicas recomenda-se tirar as correias até a transposição da água, porque o atrito da hélice com água é muito grande, entortando a hélice para frente e danificando o radiador do jipe.
Ainda em casos de emergência, para transpor uma altura muito grande de água, militarmente foram testados jeeps embrulhados em lonas resistente, impossibilitando a entrada de água. O jipe, então, flutua e pode ser arrastados por cordas ou cabos de aço até o outro lado do rio. Particularmente ainda não tive oportunidade de testar este método.
Agora, caso seu carro a gasolina apague durante uma destas travessias e venha a aspirar água, arraste o mesmo até um lugar seco, tire as velas e dê algumas partidas para expelir a água dos pistões. Seque bem e jogue um pouco de gasolina dentro da tampa do distribuidor. Proceda da mesma maneira com os cabos de vela e bobina, e tente dar a partida.. Lembre-se, caso o escapamento esteja dentro da água dificilmente seu carro irá pegar, devido à dificuldade do motor em expelir os gases.
Verifique também se não houve mistura de água no tanque, senão será necessário esvaziar o mesmo :
FONTE: Jeep Clube do Brasil http://www.jeepclube.com.br
» Comportamento em terrenos com lama:
A lama é um dos mais interessantes obstáculos na direção fora de estrada. Para vencer este desafio sem grandes problemas, deve-se observar alguns procedimentos importantes:
- Ao aproximar-se do trecho de lama, acelerar em 2ª ou 3ª marcha em velocidade constante de modo a equilibrar o veículo, pois, se acelerar demais, o carro perde o controle e, se guiá-lo muito devagar, ele fatalmente atolará;
- Evitar troca de marcha durante a travessia do trecho enlameado, devido à grande possibilidade de atolagem;
- Quando perceber que o veículo tem dificuldade em avançar durante a travessia desta espécie de terreno e que se encontra prestes a parar, dê pequenos solavancos no acelerador, girando o volante para um lado e para o outro para buscar a maior aderência e tração ao veículo;
- Se o veículo parar durante a travessia, não acelerar demais para tentar livrar-se. As rodas poderão cavar buracos profundos no solo dificultando ainda mais a saída do atoleiro. O procedimento correto é engatar uma marcha de força e tentar sair devagar para a frente ou para trás;
- Às vezes, a colocação de uma fita adesiva colorida ou marca na parte superior do volante com a direção alinhada, auxilia para indicar o posicionamento correto das rodas do jipe no ataque ao obstáculo, orientando o condutor no alinhamento do carro.
* O condutor deve acionar a tração 4x4 antes de encarar o atoleiro e as marchas usadas devem ser as reduzidas. :
FONTE: Dunas Race
- Ao aproximar-se do trecho de lama, acelerar em 2ª ou 3ª marcha em velocidade constante de modo a equilibrar o veículo, pois, se acelerar demais, o carro perde o controle e, se guiá-lo muito devagar, ele fatalmente atolará;
- Evitar troca de marcha durante a travessia do trecho enlameado, devido à grande possibilidade de atolagem;
- Quando perceber que o veículo tem dificuldade em avançar durante a travessia desta espécie de terreno e que se encontra prestes a parar, dê pequenos solavancos no acelerador, girando o volante para um lado e para o outro para buscar a maior aderência e tração ao veículo;
- Se o veículo parar durante a travessia, não acelerar demais para tentar livrar-se. As rodas poderão cavar buracos profundos no solo dificultando ainda mais a saída do atoleiro. O procedimento correto é engatar uma marcha de força e tentar sair devagar para a frente ou para trás;
- Às vezes, a colocação de uma fita adesiva colorida ou marca na parte superior do volante com a direção alinhada, auxilia para indicar o posicionamento correto das rodas do jipe no ataque ao obstáculo, orientando o condutor no alinhamento do carro.
* O condutor deve acionar a tração 4x4 antes de encarar o atoleiro e as marchas usadas devem ser as reduzidas. :
FONTE: Dunas Race
» Travessia de erosões:
Erosões são comuns em trajetos fora de estrada, e quando o trecho não é conhecido deve-se fazer uma inspeção a pé e verificar se o terreno não vai ceder com o peso do veículo, ou ainda, se não há risco do veículo cair de lado e ficar encalhado. Neste tipo de obstáculo o risco de amassar a carroceria é grande, e toda atenção é requerida durante a travessia.
Após a inspeção, tente colocar o veículo sobre as laterais do facão. Siga com tração 4x4, primeira marcha reduzida e blocante. Em muitas situações você verá que durante uma travessia, o contato dos pneus com o terreno se limitam a suas bordas, e, também, por esse motivo é que se deve instalar pneus adequados a uma incursão em trilhas.
Mas se o terreno não permitir esta manobra e você realmente tiver de entrar no facão, só resta verificar se a profundidade compromete os diferenciais ou chassi, travando o veículo e impedindo-o de seguir adiante. Caso isto aconteça, não entre, use alguma ferramenta como uma pá e rebaixe as laterais do facão jogando a terra, o barro ou areia para dentro dos sulcos. É a melhor alternativa para nivelar o terreno e facilitar sua travessia.
Se tiver que atravessar a vala na transversal, verifique a profundidade e analise a possibilidade do pára-choque do seu 4x4 encostar logo na saída da valeta. Lembre-se do ângulo de ataque! Se isso acontecer, o veículo não vai seguir adiante e você deverá dar marcha à ré e jogar terra, pedras ou a prancha de desatolagem para diminuir a profundidade da erosão.
Atravesse a valeta colocando uma roda de cada vez no buraco. Se entrar em ângulo reto com o terreno, o veículo corre o risco de ter os dois pneus dianteiros encalhados e não vai sair facilmente. Use a primeira marcha reduzida, bloqueie o diferencial central e inicie a travessia com toda a atenção.
Se tiver mais alguém por perto, solicite que lhe oriente dizendo se não há risco dos pneus entalarem no buraco, ou do chassi e transmissão se chocarem com o solo. Segure o volante com firmeza para que as rodas dianteiras se mantenham em linha reta, elas vão tentar se acomodar no terreno e podendo esterçar o volante bruscamente.
Após a travessia de um pneu, o segundo entrará no buraco e assim sucessivamente até que o veículo conclua a travessia. Com esta manobra você garante sempre 3 pneus em contato com o piso firme e sempre um eixo em condição de empurrar o veículo para frente, ou trazê-lo de ré para uma nova abordagem. :
FONTE: http://www.zone.com.br
Após a inspeção, tente colocar o veículo sobre as laterais do facão. Siga com tração 4x4, primeira marcha reduzida e blocante. Em muitas situações você verá que durante uma travessia, o contato dos pneus com o terreno se limitam a suas bordas, e, também, por esse motivo é que se deve instalar pneus adequados a uma incursão em trilhas.
Mas se o terreno não permitir esta manobra e você realmente tiver de entrar no facão, só resta verificar se a profundidade compromete os diferenciais ou chassi, travando o veículo e impedindo-o de seguir adiante. Caso isto aconteça, não entre, use alguma ferramenta como uma pá e rebaixe as laterais do facão jogando a terra, o barro ou areia para dentro dos sulcos. É a melhor alternativa para nivelar o terreno e facilitar sua travessia.
Se tiver que atravessar a vala na transversal, verifique a profundidade e analise a possibilidade do pára-choque do seu 4x4 encostar logo na saída da valeta. Lembre-se do ângulo de ataque! Se isso acontecer, o veículo não vai seguir adiante e você deverá dar marcha à ré e jogar terra, pedras ou a prancha de desatolagem para diminuir a profundidade da erosão.
Atravesse a valeta colocando uma roda de cada vez no buraco. Se entrar em ângulo reto com o terreno, o veículo corre o risco de ter os dois pneus dianteiros encalhados e não vai sair facilmente. Use a primeira marcha reduzida, bloqueie o diferencial central e inicie a travessia com toda a atenção.
Se tiver mais alguém por perto, solicite que lhe oriente dizendo se não há risco dos pneus entalarem no buraco, ou do chassi e transmissão se chocarem com o solo. Segure o volante com firmeza para que as rodas dianteiras se mantenham em linha reta, elas vão tentar se acomodar no terreno e podendo esterçar o volante bruscamente.
Após a travessia de um pneu, o segundo entrará no buraco e assim sucessivamente até que o veículo conclua a travessia. Com esta manobra você garante sempre 3 pneus em contato com o piso firme e sempre um eixo em condição de empurrar o veículo para frente, ou trazê-lo de ré para uma nova abordagem. :
FONTE: http://www.zone.com.br
» Travessia de pontes:
No interior do Brasil, e mesmo em localidades remotas dos países vizinhos, é perfeitamente normal se encontrar riachos e pequenos córregos (arroios) com pontes precárias prestes a dar um bom susto.
A famosa Rodovia Transpantaneira, no estado do Mato Grosso, é um bom exemplo com aproximadamente 120 pontes que se espalham entre jacarés e capivaras. Mas, mesmo em uma estrada de terra próxima de sua cidade, a travessia de uma ponte velha e mal construída pode representar um belo desafio.
Se você está passando por determinada ponte pela primeira vez, faça uma inspeção. A madeira está em bom estado? Você pode notar se existem marcas de pneus indicando que alguém passou por ela recentemente? Que marcas são? De carros pequenos e leves, ou têm marcas de pneus grandes de caminhão ou trator? Será que por baixo dos troncos e tábuas velhas não há uma grande erosão que enfraqueceu a base de apoio dos troncos?
Evitando surpresas - Uma rápida análise pode lhe dar o diagnóstico da ponte suspeita. Após considerar que ela agüenta o peso de seu veículo, siga adiante em primeira marcha até colocar os pneus dianteiros em cima das tábuas e troncos, analisando o comportamento da ponte. Se sentir que o veículo não forçou demais a estrutura a ponto dela ranger a madeira velha ou se deformar com o peso, siga mais um pouco e tendo certeza da segurança vá em frente.
Se o piso estiver liso e escorregadio, como em estradas enlameadas e com chuva, faça a manobra evitando que um dos pneus escorregue para o lado, fato que pode travar o veículo em cima da ponte, ou pior, seguir direto para baixo. Se os pneus estiverem muito sujos e com os sulcos cobertos de lama, você pode ainda limpar ou até mesmo lavar os pneus, devolvendo sua capacidade de tração antes de tentar atravessar a ponte.
Estando acompanhado, solicite que a outra pessoa lhe oriente para uma travessia segura. Caso suspeite da capacidade da ponte, reforce com amarrações adicionais e estacas auxiliares. :
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A famosa Rodovia Transpantaneira, no estado do Mato Grosso, é um bom exemplo com aproximadamente 120 pontes que se espalham entre jacarés e capivaras. Mas, mesmo em uma estrada de terra próxima de sua cidade, a travessia de uma ponte velha e mal construída pode representar um belo desafio.
Se você está passando por determinada ponte pela primeira vez, faça uma inspeção. A madeira está em bom estado? Você pode notar se existem marcas de pneus indicando que alguém passou por ela recentemente? Que marcas são? De carros pequenos e leves, ou têm marcas de pneus grandes de caminhão ou trator? Será que por baixo dos troncos e tábuas velhas não há uma grande erosão que enfraqueceu a base de apoio dos troncos?
Evitando surpresas - Uma rápida análise pode lhe dar o diagnóstico da ponte suspeita. Após considerar que ela agüenta o peso de seu veículo, siga adiante em primeira marcha até colocar os pneus dianteiros em cima das tábuas e troncos, analisando o comportamento da ponte. Se sentir que o veículo não forçou demais a estrutura a ponto dela ranger a madeira velha ou se deformar com o peso, siga mais um pouco e tendo certeza da segurança vá em frente.
Se o piso estiver liso e escorregadio, como em estradas enlameadas e com chuva, faça a manobra evitando que um dos pneus escorregue para o lado, fato que pode travar o veículo em cima da ponte, ou pior, seguir direto para baixo. Se os pneus estiverem muito sujos e com os sulcos cobertos de lama, você pode ainda limpar ou até mesmo lavar os pneus, devolvendo sua capacidade de tração antes de tentar atravessar a ponte.
Estando acompanhado, solicite que a outra pessoa lhe oriente para uma travessia segura. Caso suspeite da capacidade da ponte, reforce com amarrações adicionais e estacas auxiliares. :
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» Travessia de rios:
A abordagem desses obstáculos requer o conhecimento da altura máxima de travessia de seu veículo, o que pode ser verificado no manual do proprietário. É bom saber que uma manobra desastrada pode danificar seriamente o motor de seu 4x4. Trechos profundos poderão provocar a entrada de água no compartimento do motor, que poderá ser aspirada pela entrada de ar provocando o calço hidráulico e inutilizando o motor imediatamente.
Os motores a gasolina ou a álcool levam uma certa vantagem, porque ao terem a parte elétrica da distribuição molhada o motor desliga muitas vezes antes do ar ser aspirado. Para os motores a diesel o calço hidráulico pode ocorrer mais facilmente, pois na ausência da parte elétrica o combustível manterá o motor funcionando até que a água alcance a entrada de ar.
Para evitar surpresas desagradáveis faça antes uma inspeção a pé e veja se o trajeto não esconde armadilhas como pedras grandes ou buracos profundos. Retorne ao veículo e acione a tração 4x4, blocante (se tiver), e engate a primeira reduzida, que deverá ser usada até o final, não troque de marchas durante a travessia. O deslocamento não deve ser rápido a ponto de espirrar a água no pára-brisa, pois desta forma inevitavelmente entrará água também pelo compartimento do motor.
Faça com que se forme uma pequena onda em frente do pára-choque dianteiro, isto vai provocar uma depressão logo embaixo do motor, criando uma camada de ar entre ele e a água. Siga dessa maneira até o final da travessia. Se possível, dirija a favor da correnteza e em diagonal para a outra margem.Não pare durante a travessia, mas se um imprevisto o obrigar a isso, mantenha o motor ligado e ligeiramente acelerado, para evitar que a água entre pelo escapamento.
Quando terminar a travessia tome cuidado com os freios, pois o sistema de lonas fica sem atrito com o tambor de freio, necessitando de tempo para secar, o que já não é tão crítico nos modelos com freio a disco. Independente do tipo de sistema, procure rodar alguns minutos com o pé pressionando levemente o pedal de freio, pois assim o atrito irá secar as lonas e pastilhas, devolvendo o controle do veículo.
Para trechos profundos, com mais de 80cm de água, há que se tomar cuidado com a correnteza, que se houver poderá dificultar muito a travessia. Além disso a água pode invadir a cabine ou pior, atingir a entrada de ar do motor.
A solução para o motor é mais simples, e consiste na instalação de uma tomada elevada de ar, também conhecida como snorkel. O equipamento é composto por um tubo instalado na entrada de ar do filtro, elevando-a para a parte mais alta do veículo. A instalação do snorkel requer um bom isolamento e vedação na ponta do tubo, que será conectado à entrada de ar do filtro.
Com esses cuidados e o preparo do veículo, será mais fácil e seguro enfrentar rios que cruzam as trilhas, e também as inundações de verão em pleno centro das grandes cidades!:
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Os motores a gasolina ou a álcool levam uma certa vantagem, porque ao terem a parte elétrica da distribuição molhada o motor desliga muitas vezes antes do ar ser aspirado. Para os motores a diesel o calço hidráulico pode ocorrer mais facilmente, pois na ausência da parte elétrica o combustível manterá o motor funcionando até que a água alcance a entrada de ar.
Para evitar surpresas desagradáveis faça antes uma inspeção a pé e veja se o trajeto não esconde armadilhas como pedras grandes ou buracos profundos. Retorne ao veículo e acione a tração 4x4, blocante (se tiver), e engate a primeira reduzida, que deverá ser usada até o final, não troque de marchas durante a travessia. O deslocamento não deve ser rápido a ponto de espirrar a água no pára-brisa, pois desta forma inevitavelmente entrará água também pelo compartimento do motor.
Faça com que se forme uma pequena onda em frente do pára-choque dianteiro, isto vai provocar uma depressão logo embaixo do motor, criando uma camada de ar entre ele e a água. Siga dessa maneira até o final da travessia. Se possível, dirija a favor da correnteza e em diagonal para a outra margem.Não pare durante a travessia, mas se um imprevisto o obrigar a isso, mantenha o motor ligado e ligeiramente acelerado, para evitar que a água entre pelo escapamento.
Quando terminar a travessia tome cuidado com os freios, pois o sistema de lonas fica sem atrito com o tambor de freio, necessitando de tempo para secar, o que já não é tão crítico nos modelos com freio a disco. Independente do tipo de sistema, procure rodar alguns minutos com o pé pressionando levemente o pedal de freio, pois assim o atrito irá secar as lonas e pastilhas, devolvendo o controle do veículo.
Para trechos profundos, com mais de 80cm de água, há que se tomar cuidado com a correnteza, que se houver poderá dificultar muito a travessia. Além disso a água pode invadir a cabine ou pior, atingir a entrada de ar do motor.
A solução para o motor é mais simples, e consiste na instalação de uma tomada elevada de ar, também conhecida como snorkel. O equipamento é composto por um tubo instalado na entrada de ar do filtro, elevando-a para a parte mais alta do veículo. A instalação do snorkel requer um bom isolamento e vedação na ponta do tubo, que será conectado à entrada de ar do filtro.
Com esses cuidados e o preparo do veículo, será mais fácil e seguro enfrentar rios que cruzam as trilhas, e também as inundações de verão em pleno centro das grandes cidades!:
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» Viagem em comboio: atenção e segurança :
Viajar em grupo é sempre divertido e sinônimo de segurança. Sempre se tem alguém para ajudar e todos chegam ao destino e voltam para casa juntos.
Para se organizar um comboio é interessante, sempre que possível, fazer uma triagem e colocar os veículos lentos na frente. Isso vai deixar os modelos mais velozes no final do comboio, e quando a dianteira ganhar alguma velocidade, eles terão condições de acelerar e chegar perto do grupo da frente com facilidade. Deixar os veículos mais lentos no meio, ou final da fila pode obrigá-los a acelerar até seu limite quando a dianteira ganhar velocidade, o que ocorre com bastante freqüência durante o deslocamento, mesmo que o carro guia tente andar em baixa velocidade. Com a dificuldade de acompanhar o ritmo dos veículos mais novos e velozes, o temor de ser deixado para trás pode acarretar erros de trajeto, de condução ou pior, um acidente.
Em estradas de terra, mantenha a velocidade compatível com o trecho, e uma distância segura do veículo da frente, pois a proximidade pode dificultar uma freada brusca, quando o companheiro da frente pára repentinamente. Em trilhas fechadas evite a proximidade excessiva com o veículo da frente, pois ele poderá parar bruscamente em uma descida mais lisa e você pode não conseguir frear a tempo, deslizando de encontro a ele. O mesmo vale para uma subida escorregadia. Aguarde que o colega conclua a manobra e só então siga adiante.
Ao guia, que segue na dianteira, todo o cuidado com veículos que vêm em sentido contrário, eles sempre aparecem de repente, no meio de uma curva fechada e geralmente quando se está em um trecho mais estreito da estrada. Se os veículos estiverem equipados com radiocomunicação, otimizem o uso priorizando o canal para que o carro guia informe as condições lá da frente, como o cruzamento com veículos em sentido contrário e mudanças de direção em cruzamentos sem sinalização. Cuidado também com a poeira, mantendo a maior distância possível do veículo da frente, para evitar uma colisão por falta de visibilidade e ainda “comer” todo o pó que ele estiver espalhando.
Preocupação com os outros - Outra regra importante é manter em seu campo de visão o veículo que segue atrás, e assim sucessivamente. Caso ele pare por qualquer motivo, você vê e pára, e o veículo da frente também irá parar, pois você parou. Desta forma todos se mantêm unidos.
Em estradas repletas de bifurcações e sem radiocomunicação é muito fácil se desgarrar do grupo, tomando um rumo errado e atrasando o deslocamento de todos. Para resolver isto é só você sinalizar com a seta e parar em cada mudança de trajeto, até que o carro de trás lhe veja, você segue, e então será a vez dele sinalizar e esperar até o colega de trás ver a mudança, e assim sucessivamente.
É perfeitamente previsível que algum veículo tenha que parar por uma infinidade de motivos, como um pneu furado, um defeito mecânico ou algum outro motivo inesperado, e seguindo estas regras simples ninguém fica para trás. Boas trilhas!:
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Para se organizar um comboio é interessante, sempre que possível, fazer uma triagem e colocar os veículos lentos na frente. Isso vai deixar os modelos mais velozes no final do comboio, e quando a dianteira ganhar alguma velocidade, eles terão condições de acelerar e chegar perto do grupo da frente com facilidade. Deixar os veículos mais lentos no meio, ou final da fila pode obrigá-los a acelerar até seu limite quando a dianteira ganhar velocidade, o que ocorre com bastante freqüência durante o deslocamento, mesmo que o carro guia tente andar em baixa velocidade. Com a dificuldade de acompanhar o ritmo dos veículos mais novos e velozes, o temor de ser deixado para trás pode acarretar erros de trajeto, de condução ou pior, um acidente.
Em estradas de terra, mantenha a velocidade compatível com o trecho, e uma distância segura do veículo da frente, pois a proximidade pode dificultar uma freada brusca, quando o companheiro da frente pára repentinamente. Em trilhas fechadas evite a proximidade excessiva com o veículo da frente, pois ele poderá parar bruscamente em uma descida mais lisa e você pode não conseguir frear a tempo, deslizando de encontro a ele. O mesmo vale para uma subida escorregadia. Aguarde que o colega conclua a manobra e só então siga adiante.
Ao guia, que segue na dianteira, todo o cuidado com veículos que vêm em sentido contrário, eles sempre aparecem de repente, no meio de uma curva fechada e geralmente quando se está em um trecho mais estreito da estrada. Se os veículos estiverem equipados com radiocomunicação, otimizem o uso priorizando o canal para que o carro guia informe as condições lá da frente, como o cruzamento com veículos em sentido contrário e mudanças de direção em cruzamentos sem sinalização. Cuidado também com a poeira, mantendo a maior distância possível do veículo da frente, para evitar uma colisão por falta de visibilidade e ainda “comer” todo o pó que ele estiver espalhando.
Preocupação com os outros - Outra regra importante é manter em seu campo de visão o veículo que segue atrás, e assim sucessivamente. Caso ele pare por qualquer motivo, você vê e pára, e o veículo da frente também irá parar, pois você parou. Desta forma todos se mantêm unidos.
Em estradas repletas de bifurcações e sem radiocomunicação é muito fácil se desgarrar do grupo, tomando um rumo errado e atrasando o deslocamento de todos. Para resolver isto é só você sinalizar com a seta e parar em cada mudança de trajeto, até que o carro de trás lhe veja, você segue, e então será a vez dele sinalizar e esperar até o colega de trás ver a mudança, e assim sucessivamente.
É perfeitamente previsível que algum veículo tenha que parar por uma infinidade de motivos, como um pneu furado, um defeito mecânico ou algum outro motivo inesperado, e seguindo estas regras simples ninguém fica para trás. Boas trilhas!:
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» Macaco Hi-Lift :
Introdução
Tarefas que exigem levantar o veículo, puxá-lo para trás, para o lado ou para frente, têm no Hi-Lift o equipamento perfeito para o serviço.
Uma de suas muitas virtudes, dependendo do modelo escolhido, é a de levantar um veículo até 1,5m de altura. Isto é muito útil numa trilha ou mesmo em uma manutenção de emergência. Outro detalhe é que sua garra fica apenas a poucos centímetros do solo, possibilitando, mesmo com o veículo muito atolado, encontrar facilmente um ponto de apoio para iniciar o resgate. Para aproveitar toda essa versatilidade do Hi-Lift, alguns veículos requerem a adaptação de pontos de fixação suplementares a partir do chassi, de forma que o equipamento possa se encaixar em um ponto robusto que suporte o esforço a ser aplicado.
Aplicações - Um veículo encalhado pode ser levantado a uma boa altura com o Hi-Lift, para se colocar pedras e pedaços de madeira sob os pneus, criando uma superfície firme. Você terá que repetir a operação para as quatro rodas se necessário. Um macaco pequeno, normalmente o original do veículo, tem base pequena. Em terreno composto por areia ou lodo, esta base acaba afundando na medida em que se tenta levantar o veículo. Já o Hi-Lift tem uma grande área de contato com o solo, o que minimiza esse problema. Mas se mesmo assim o solo não tem consistência para suportar o peso aplicado, crie uma base firme usando uma placa de madeira de 40X40cm. Essa placa pode ser preparada com uma saliência no meio, para que a base do macaco se encaixe nela e não escorregue para os lados, quando estiver em operação.
O Hi-Lift também pode suspender o veículo, facilitando a sua retirada do atoleiro, quando a operação de puxar ou empurrar for muito difícil. Com o auxílio de mais duas pessoas, suspenda o veículo até o final do curso do Hi-Lift, coloque uma corda na ponta superior do macaco e puxe-o através desta, derrubando o veículo para o lado. É uma boa técnica para se colocar os pneus em cima do facão e possivelmente fora do local mais crítico. Você pode repetir a manobra com a traseira
Levantando o veículo
Antes de levantar o veículo, trave os pneus que vão permanecer no chão para que não deslizem. Coloque a trava reversora na posição superior, levante com a mão o conjunto motriz até ele encostar no ponto de apoio do veículo e inicie o movimento da alavanca em todo seu curso, de cima para baixo, prestando atenção nos “clics” que ela emitirá nos extremos do curso. Após posicionar o veículo na altura ideal, mantenha a alavanca em sua posição de repouso, PARA CIMA e junto à barra guia. Para trabalhar embaixo do veículo é uma boa idéia travá-lo com pedaços de madeira, pedras ou o que tiver à mão.
Para descer, MANTENHA a ALAVANCA ERGUIDA, e, só então, libere a trava reversora movendo-a para baixo. Após, inicie o movimento da alavanca para baixo e para cima, segurando-a com firmeza. Soltar a trava reversora com a alavanca baixada provoca o movimento violento de sobe e desce da alavanca, resultado do peso suportado pelo Hi-Lift.
O High Lift como guincho - O equipamento também pode substituir ou auxiliar o guincho nas operações de resgate. Para isto, fixe no ponto de ancoragem do veículo a ponta de um cabo de aço ou corrente, e a outra ponta no limite superior da barra de aço do Hi-Lift. Depois use outro cabo, fixe uma das pontas na garra do mancal de apoio do equipamento e a outra em uma pedra ou qualquer ponto de ancoragem confiável. Inicie o movimento com a alavanca. Toda vez que se esgotar o curso do macaco você deverá calçar o veículo, diminuir o comprimento do cabo e repetir a operação:
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Tarefas que exigem levantar o veículo, puxá-lo para trás, para o lado ou para frente, têm no Hi-Lift o equipamento perfeito para o serviço.
Uma de suas muitas virtudes, dependendo do modelo escolhido, é a de levantar um veículo até 1,5m de altura. Isto é muito útil numa trilha ou mesmo em uma manutenção de emergência. Outro detalhe é que sua garra fica apenas a poucos centímetros do solo, possibilitando, mesmo com o veículo muito atolado, encontrar facilmente um ponto de apoio para iniciar o resgate. Para aproveitar toda essa versatilidade do Hi-Lift, alguns veículos requerem a adaptação de pontos de fixação suplementares a partir do chassi, de forma que o equipamento possa se encaixar em um ponto robusto que suporte o esforço a ser aplicado.
Aplicações - Um veículo encalhado pode ser levantado a uma boa altura com o Hi-Lift, para se colocar pedras e pedaços de madeira sob os pneus, criando uma superfície firme. Você terá que repetir a operação para as quatro rodas se necessário. Um macaco pequeno, normalmente o original do veículo, tem base pequena. Em terreno composto por areia ou lodo, esta base acaba afundando na medida em que se tenta levantar o veículo. Já o Hi-Lift tem uma grande área de contato com o solo, o que minimiza esse problema. Mas se mesmo assim o solo não tem consistência para suportar o peso aplicado, crie uma base firme usando uma placa de madeira de 40X40cm. Essa placa pode ser preparada com uma saliência no meio, para que a base do macaco se encaixe nela e não escorregue para os lados, quando estiver em operação.
O Hi-Lift também pode suspender o veículo, facilitando a sua retirada do atoleiro, quando a operação de puxar ou empurrar for muito difícil. Com o auxílio de mais duas pessoas, suspenda o veículo até o final do curso do Hi-Lift, coloque uma corda na ponta superior do macaco e puxe-o através desta, derrubando o veículo para o lado. É uma boa técnica para se colocar os pneus em cima do facão e possivelmente fora do local mais crítico. Você pode repetir a manobra com a traseira
Levantando o veículo
Antes de levantar o veículo, trave os pneus que vão permanecer no chão para que não deslizem. Coloque a trava reversora na posição superior, levante com a mão o conjunto motriz até ele encostar no ponto de apoio do veículo e inicie o movimento da alavanca em todo seu curso, de cima para baixo, prestando atenção nos “clics” que ela emitirá nos extremos do curso. Após posicionar o veículo na altura ideal, mantenha a alavanca em sua posição de repouso, PARA CIMA e junto à barra guia. Para trabalhar embaixo do veículo é uma boa idéia travá-lo com pedaços de madeira, pedras ou o que tiver à mão.
Para descer, MANTENHA a ALAVANCA ERGUIDA, e, só então, libere a trava reversora movendo-a para baixo. Após, inicie o movimento da alavanca para baixo e para cima, segurando-a com firmeza. Soltar a trava reversora com a alavanca baixada provoca o movimento violento de sobe e desce da alavanca, resultado do peso suportado pelo Hi-Lift.
O High Lift como guincho - O equipamento também pode substituir ou auxiliar o guincho nas operações de resgate. Para isto, fixe no ponto de ancoragem do veículo a ponta de um cabo de aço ou corrente, e a outra ponta no limite superior da barra de aço do Hi-Lift. Depois use outro cabo, fixe uma das pontas na garra do mancal de apoio do equipamento e a outra em uma pedra ou qualquer ponto de ancoragem confiável. Inicie o movimento com a alavanca. Toda vez que se esgotar o curso do macaco você deverá calçar o veículo, diminuir o comprimento do cabo e repetir a operação:
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